Padre Jonas dos Santos Lisboa recebe título de monsenhor

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27 de março de 2020

O Padre Jonas dos Santos Lisboa, Capelão da Igreja Menino Jesus e Santa Luzia, recebeu o título de Monsenhor Capelão de Sua Santidade, conferido pelo Papa Francisco. 
Membro do clero da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, com sede em Campos dos Goytacazes (RJ), o novo Monsenhor recebeu a investidura do título honorífico em celebração presidida por Dom Fernando Arêas Rifan, Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, em São Fidélis (RJ). 
Natural de Ribeira (SP), Monsenhor Jonas ingressou no seminário menor aos 12 anos, sendo ordenado presbítero aos 24 anos, em Campos dos Goytacazes. 

ADMINISTRAÇÃO APOSTÓLICA 
A Administração Apostólica é uma realidade eclesial semelhante a uma diocese, só que não é territorial, mas pessoal. Foi criada em 2002, por São João Paulo II, a partir da União Sacerdotal São João Maria Vianney, um grupo de padres que conservava a forma antiga da liturgia (em latim), anterior à reforma litúrgica de São Paulo VI. 
Em 2007, com a publicação do “Motu Proprio” Summorum pontificum, do Papa Emérito Bento XVI, a missa “tridentina”, como é popularmente conhecida, ficou estabelecida como forma extraordinária do rito romano, podendo ser celebrada em todo o mundo. 
A partir de então, os padres da Administração Apostólica começaram a atuar em outros locais além de Campos dos Goytacazes, para atender às necessidades espirituais dos fiéis que desejavam participar da missa na forma extraordinária do rito, geralmente, sendo solicitados pelos bispos locais. 

EM SÃO PAULO
Atualmente, os padres da Administração Apostólica atuam em cidades como Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), Volta Redonda (RJ), Nova Iguaçu (RJ) e São Paulo (SP), mais precisamente na Capela Menino Jesus e Santa Luzia, onde, desde 2014, Monsenhor Jonas é Capelão. 
Nessa igreja histórica, inaugurada em 1901, Monsenhor Jonas celebra diariamente a liturgia nas duas formas do rito romano, ou seja, em latim e em português. 
Monsenhor Jonas ainda conciliou, por alguns anos, os ofícios de Capelão na capital paulista e Pároco em São Fidélis. “Mas, como me firmei aqui em São Paulo, tornou-se impossível que eu conciliasse as duas coisas. Hoje, sou apenas um sacerdote incardinado na Administração a serviço da Arquidiocese de São Paulo”, explicou ao O SÃO PAULO.

FIDELIDADE AO PAPA
Ele relatou, ainda, a grande surpresa com que soube da notícia da concessão do título de Monsenhor. “Recebi a notícia com muita alegria, pois, como católico, não só aprendi a venerar, mas também a ter uma verdadeira devoção ao Santo Padre, que, no dizer de Santa Catarina de Sena, é ‘o doce Cristo na terra’. Seja ele quem for, sempre será o legítimo sucessor de São Pedro”, afirmou. 
O Capelão ressaltou que esse título, que nunca foi desejado por ele, o obriga a se dedicar com mais afinco e zelo no serviço ao povo de Deus e na sua própria santificação. “Sinto-me mais vinculado ao Papa, como seu Capelão. Vejo este título mais como um incentivo, do que como um prêmio. A responsabilidade aumenta. Sou muito grato ao Santo Padre”, manifestou.
Prestes a completar 44 anos de sacerdócio, em setembro, Monsenhor Jonas garante que é muito feliz por ser sacerdote. “Sempre digo: ‘Se eu não fosse padre, tornar-me-ia padre. Não posso me imaginar fora desta vocação’”. 

AMOR AO SACERDÓCIO
Ao falar sobre o que mais o motiva em seu ministério, o Capelão enfatizou a configuração do sacerdote à pessoa de Cristo. “Na missa, mais do que nunca, identifico-me com Ele... Quando celebro, devo dizer como São João Batista: é preciso que Ele cresça e eu diminua, que Ele apareça e eu desapareça. Já no confessionário, ministério penoso mas gratificante, sou motivado pela graça concedida às almas por meio do poder de absolver”, relatou. 
Monsenhor Jonas lembrou, ainda, que a experiência de atendimento aos doentes também o fortalece no sacerdócio. “Tantas almas por mim atendidas e que já se foram, creio que advogarão minha causa diante de Deus. Repito sempre com São Martinho: ‘Se ainda sou útil, não recuso trabalho’”.

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Cardeal Sergio da Rocha é nomeado Arcebispo de Salvador

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11 de março de 2020

O Papa Francisco acolheu, nesta quarta-feira, 11, o pedido de renúncia apresentado por Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger ao governo pastoral da Arquidiocese São Salvador da Bahia. No mesmo ato, o Santo Padre nomeou como 28º Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, o Cardeal Sergio da Rocha, atualmente Arcebispo de Brasília (DF).

Dom Murilo havia apresentado seu pedido de renúncia em outubro de 2018, ao completar 75 anos de idade, em conformidade com o Código de Direito Canônico.

NOVO PRIMAZ

Dom Sergio da Rocha nasceu em Dobrada (SP), em 17 de outubro de 1959. Foi ordenado na Diocese de São Carlos, em 14 de dezembro de 1984. É mestre em Teologia Moral pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, de São Paulo, e obteve o doutorado na Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma, em 1997.

Em 13 de junho de 2001, foi nomeado Bispo Auxiliar de Fortaleza (CE) por São João Paulo II. Em 31 de janeiro de 2007, o Papa Bento XVI o nomeou Arcebispo Coadjutor de Teresina (PI) e em 3 de setembro de 2008, assumiu o ofício de Arcebispo Metropolitano na mesma Arquidiocese.

Em 15 de junho de 2011 foi nomeado pelo Papa Bento XVI, Arcebispo Metropolitano de Brasília. Seu lema episcopal é: “Omnia in Caritate” (“Tudo na caridade” - 1Cor 16,14). Foi criado Cardeal pelo Papa Francisco em 19 de novembro de 2016, recebendo o título da basílica de Santa Cruz na Via Flaminia, em Roma.

CARGOS

De 2015 a 2019, foi presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Antes desse cargo, Dom Sergio atuou como membro da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB (2007-2011), como presidente da Comissão Episcopal para Doutrina da Fé, de (2011-2015). O Arcebispo também foi presidente do departamento de Vocações e Ministérios do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam) de 2007 a 2011, representou a CNBB na XIII Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização de 2012 e na XIV Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Família.

EM 2018, o Cardeal da Rocha foi relator geral da XV Assembléia do Sínodo dos Bispos, sobre os jovens a fé e o discernimento vocacional. Atualmente, é membro do Conselho da Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, da Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL) e da Congregação para o Clero.

AMAR E SERVIR

Em mensagem enviada para a Arquidiocese de Salvador, o novo Primaz manifestou sua gratidão a Deus ao confiar essa nova missão. “Manifesto especial agradecimento ao Papa Francisco pela nomeação para uma missão tão exigente numa Igreja com história e cultura tão belas e um povo tão acolhedor”.

“Desde o primeiro momento da nomeação recebida, tenho voltado o olhar e o coração para Salvador como minha nova família. Com amor de pai, irmão e amigo, assumo esta nova missão com esperança e alegria, sabendo que vou encontrar irmãos e amigos, com os quais quero conviver fraternalmente e trabalhar juntos pelo Reino de Deus. Já me sinto parte dessa família acolhedora. Pela graça de Deus e contando com a ajuda de todos, tenho a esperança de crescer na vivência do lema que tem iluminado meu ministério episcopal ‘tudo na caridade’, com especial atenção aos que mais sofrem, animado pelo exemplo de Santa Dulce dos Pobres, a quem muito admiro e venero”, destacou o Cardeal da Rocha.

O Arcebispo eleito afirmou, ainda, que espera poder servir sempre, de coração, a Igreja de Salvador, valorizando o caminho que tem sido percorrido e apoiando as iniciativas pastorais em andamento. “A missão evangelizadora exige a participação de todos e a comunhão entre todos”, completou.

ARQUIDIOCESE DE SALVADOR

Criada em 25 de fevereiro de 1551, por meio da bula Super specula militantis ecclesiae, do Papa Júlio III, Diocese de São Salvador da Bahia de Todos os Santos foi a primeira circunscrição eclesiástica do Brasil e uma das mais antigas da América Latina. Seu primeiro Bispo foi Dom Pedro Fernandes Sardinha (1551-1556).

De seu território, foram desmembradas a Prelazia Territorial de São Sebastião do Rio de Janeiro (1575), hoje Arquidiocese, e a Prelazia Territorial do Pernambuco (1614), atual Arquidiocese de Olinda e Recife (PE).

Em 22 de novembro de 1676, foi elevada à dignidade de Arquidiocese Metropolitana pela bula Inter Pastoralis Officii Curas, do Papa Inocêncio XI, tornando-se Sede Primacial do Brasil, título honorífico conferido às circunscrições mais antigas de um país ou região. O primeiro Arcebispo Primaz do Brasil foi Dom Gaspar Barata de Mendonça (1676-1681).

Até 1892, Salvador foi a maior Arquidiocese do mundo. Atualmente, seu território é formado por cinco municípios: Itaparica, Lauro de Freitas, Salinas da Margarida, Salvador e Vera Cruz.

Sua catedral é a Basílica Primacial de São Salvador da Bahia (foto), inaugurada em 1672 e restaurada em 2018.

(Com informações de CNBB e Arquidiocese de Salvador)

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Dom Carlos Lema é nomeado Vigário Episcopal para a Região Ipiranga

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23 de dezembro de 2019

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, nomeou o Bispo Auxiliar  Dom Carlos Lema Garcia como Vigário Episcopal para a Região Episcopal Ipiranga. A comunicação da nomeação de Dom Carlos foi feita no fim da missa de despedida de Dom José Roberto, no sábado, 21, na Paróquia Imaculada Conceição, no Ipiranga.

Bispo Auxiliar da Arquidiocese e Vigário Episcopal para a Educação e a Universidade desde 2014, Dom Carlos assume o novo cargo após a despedida de Dom José Roberto Fortes Palau, nomeado Bispo de Limeira (SP), pelo papa Francisco, em 20 de novembro.

BIOGRAFIA

Paulistano, Dom Carlos tem 63 anos e incorporou-se à Prelazia Pessoal do Opus Dei aos 18 anos. Graduou-se em Direito Civil pela Universidade de São Paulo em 1979. Iniciou os Cursos de Filosofia e Teologia no Studium Generale da Prelazia do Opus Dei no Brasil e concluiu os Estudos Institucionais de Teologia entre os anos 1983 e 1984, no Seminário Internacional da Prelazia do Opus Dei em Roma.

Foi ordenado sacerdote por São Padre João Paulo II, na Basílica de São Pedro, em 2 de junho de 1985. Doutorou-se em Teologia Dogmática em 1987. Em 30 de abril de 2014, o papa Francisco o nomeou Bispo Auxiliar de São Paulo e Titular de Alava, recebendo a ordenação episcopal em 29 de junho do mesmo ano, na Catedral da Sé. 

SERVIR COM ALEGRIA

Em entrevista ao O SÃO PAULO, Dom Carlos afirmou que acolhe a nova missão com alegria. “Quando dizemos ‘sim’ ao Papa para servirmos à Igreja, desejamos fazê-lo como a Igreja deseja. Por isso, se nos é confiada uma nova tarefa, aceitamos com alegria”, disse.

Dom Carlos explicou, ainda, que continuará à frente do Vicariato Episcopal para a Educação e a Universidade e ressaltou que o novo encargo será uma oportunidade de enriquecimento em seu ministério episcopal.

“Nós sabemos que o Bispo Auxiliar fica por um certo período na Arquidiocese até ser nomeado para pastorear uma Diocese. Como até o momento, eu acompanhei mais diretamente as escolar e universidades, agora será a oportunidade de me dedicar ao trabalho em uma região episcopal, ter maior contato com o clero e o povo das paróquias. É uma preparação para estar mais disponível para servir a Igreja quando ela precisar em chamar”, afirmou.

Por fim, Dom Carlos enfatizou que o Bispo não realiza nada sozinho e conta com o clero, religiosos e os muitos fiéis leigos. “Conto muito com o apoio de todos para continuar servindo à Igreja em São Paulo”, concluiu.

De acordo com o decreto de nomeação, Dom Carlos começará a exercer o novo ofício a partir do dia 1º de janeiro de 2020.

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Biografia completa de Dom Carlos Lema Garcia

Dom José Roberto se despede da Arquidiocese de São Paulo

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Dom José Roberto Fortes Palau assumirá, em 18 de janeiro, a Diocese de Limeira (SP)

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04 de dezembro de 2019

O Papa Francisco nomeou, no dia 20, Dom José Roberto Fortes Palau como Bispo Diocesano de Limeira (SP). 
Em entrevista à rádio 9 de Julho, Dom José Roberto falou sobre a surpresa pela nomeação e a felicidade pela confiança depositada pelo Papa Francisco. Também declarou que só levará coisas boas da Arquidiocese de São Paulo, em que atua como Bispo Auxiliar desde junho de 2014. 
“Aqui foi onde aprendi a ser bispo, pois cheguei recém-ordenado e aprendi muito com os padres, com o povo de São Paulo e meus irmãos bispos. Uma coisa que enriquece muito é a convivência entre os bispos auxiliares e nosso Arcebispo, Dom Odilo. Isso nos ajuda muito no exercício do nosso ministério episcopal”, afirmou.
Dom José Roberto também falou sobre sua expectativa em assumir uma diocese repleta de história: “Vou procurar caminhar junto com os padres e o povo de Deus da Diocese de Limeira. Vou estar junto com eles como bispo, fortalecê-
-los na fé, trazer serenidade e força. Nós sabemos que o Bispo tem que ser uma referência para uma Igreja particular, e é isso que pretendo ser em Limeira”. 
Em mensagem ao Bispo, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, agradeceu-lhe os anos de trabalho na Arquidiocese, “especialmente na Região Episcopal Ipiranga, no acompanhamento da Pastoral Vocacional e na formação sacerdotal nos seminários. Sentiremos sua falta!”, expressou. “Tenha a certeza de nossas orações e da amizade fraterna, que se aprofunda e cresce na medida em que somos participantes do múnus de apascentar a única grei do Senhor, de quem somos ministros e servidores”, também escreveu o Arcebispo. 
A posse de Dom José Roberto na Diocese de Limeira será em 18 de janeiro, às 17h, em local a ser anunciado. Já a missa em ação de graças e de despedida da Arquidiocese de São Paulo será em 21 de dezembro, às 17h, na Paróquia Imaculada Conceição (Avenida Nazaré, 993, no Ipiranga). 

HISTÓRICO 
Dom José Roberto nasceu em Jacareí (SP), em 9 de abril de 1965.  Foi ordenado sacerdote em 6 de fevereiro de 1993, sendo incardinado no clero da Diocese de São José dos Campos (SP). Em 30 de abril de 2014, foi nomeado bispo auxiliar para a Arquidiocese de São Paulo pelo Papa Francisco, tendo sua ordenação episcopal ocorrida em 21 de junho do mesmo ano, em São José dos Campos, pela imposição das mãos do Cardeal Scherer, que, posteriormente, o designou como Vigário Episcopal para a Região Ipiranga da Arquidiocese de São Paulo. 
Ele é mestre em Teologia da Espiritualidade pela Pontifícia Faculdade de Teologia Teresianum (Roma, 1994-1996) e doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2003-2007). Na Diocese de São José dos Campos, atuou como reitor do Seminário de Teologia (2000 a 2009), Vigário-geral (2005 a 2013), fez parte do Conselho de Presbíteros (1997 a 2013) e exerceu a função de pároco em duas paróquias. 
 

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Papa nomeia Dom Sergio de Deus Bispo de Foz do Iguaçu

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17 de julho de 2019

O Papa Francisco nomeou nesta quarta-feira, 17, como Bispo da Diocese de Foz do Iguaçu (PR) Dom Sergio de Deus Borges, transferindo-o da Arquidiocese de São Paulo, onde, desde 2012, era Bispo Auxiliar e Vigário Episcopal para a Região Santana.

A Diocese de Foz do Iguaçu estava vacante desde 29 de setembro de 2018, após a morte do então Bispo diocesano, Dom Dirceu Vegini. A posse de Dom Sergio em sua nova Diocese será em 7 de setembro, às 18h, na Catedral Nossa Senhora de Guadalupe.

Em mensagem enviada para a Diocese de Foz do Iguaçu, Dom Sergio manifestou que recebeu com reverência a nomeação do Papa Francisco, consciente de que “é o Senhor quem chama para a missão de pastor e guia dessa Igreja Particular”.

“Respondi ao chamado com paz no coração, certo de que sou enviado a continuar a missão dos outros irmãos bispos que me precederam, servindo a essa Igreja, pastoreando o Povo de Deus que me é confiado, conduzindo clérigos e leigos ao encontro com Jesus e ensinando-os a viver tudo o que Ele nos tem mandado”, continuou Dom Sergio.

Em mensagem enviada a Dom Sergio, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, saudou-o pela nova missão com gratidão pelo trabalho desempenhado na Arquidiocese de São Paulo como Bispo Auxiliar. “Faço votos que a experiência episcopal adquirida em São Paulo lhe seja agora de proveito ao assumir as responsabilidades do pastoreio na Diocese de Foz do Iguaçu”, afirmou.

 

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Mensagem de Dom Sergio

Mensagem do Cardeal Scherer

UMA DIOCESE NA TRÍPLICE FRONTEIRA

A Diocese de Foz do Iguaçu foi criada pelo decreto de São Paulo VI no dia 5 de maio de 1978, com a bula “De Christiani Populi”, sendo desmembrada da Diocese de Toledo (PR) e instalada em 26 de agosto de 1978. Seu primeiro bispo foi Dom Olívio Aurélio Fazza, sendo que Dom Sergio será o 4º Bispo diocesano.

Atualmente, a Igreja particular de Foz do Iguaçu conta com 27 paróquias, distribuídas nos 14 municípios de abrangência geográfica, organizadas em três áreas pastorais, e se mantém com o trabalho ministerial de cerca de 51 sacerdotes (30 diocesanos e 21 religiosos) e quatro diáconos permanentes.

Segundo estimativa do IBGE (2018), a Diocese tem cerca de 455 mil  habitantes e está localizada na região da tríplice fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, além de contar com as Cataratas do Iguaçu, um dos cartões-postais brasileiros.

Em mensagem enviada a Dom Sergio, o Administrador Diocesano de Foz do Iguaçu, Padre Dionísio Hülse, manifestou a alegria do povo da Diocese pela nomeação do novo Bispo. “Nos últimos dez meses, nossa Igreja Diocesana rezou incessantemente para que o Senhor nos concedesse um pastor segundo o Coração do Seu amado Filho – aquele que é o Supremo Pastor. E hoje, com grande júbilo, recebemos a notícia de sua nomeação feita pelo Santo Padre”, afirmou.

“Aqui, Dom Sergio encontrará um povo que tem por vocação acolher com alegria a todos, que tem grande anseio por Deus e muita disposição em trabalhar pelo Evangelho de Jesus Cristo. Estamos ansiosos com a sua chegada para percorrermos juntos, sob sua orientação, o itinerário missionário proposto pelo próprio Senhor da Messe”, continuou o Administrador.

BIOGRAFIA

Dom Sergio de Deus Borges nasceu em Alfredo Wagner (SC) no dia 4 de setembro de 1966. Realizou os estudos filosóficos com os Frades Capuchinhos em Ponta Grossa (PR) e os estudos teológicos no Instituto Teológico Paulo VI, em Londrina (PR). Foi ordenado sacerdote em 6 de fevereiro de 1993, no clero da Diocese de Cornélio Procópio (PR).

É licenciado em Pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil e tem especialização em gestão do ambiente escolar pela mesma instituição. Fez mestrado em Direito Canônico na Pontifícia Universidade Lateranense, de Roma, e tem especialização em Direito do Matrimônio e da Família, pela Pontifícia Universidade Santa Cruz, de Roma.

EPISCOPADO

Em 27 de junho de 2012, foi nomeado pelo Papa Bento XVI como Bispo titular de Gergis e Auxiliar de São Paulo, recebendo a ordenação episcopal em 18 de agosto do mesmo ano. Sua posse no ofício de Bispo Auxiliar na Arquidiocese aconteceu em 2 de setembro, na Catedral da Sé. Seu lema episcopal é "Por este sinal, vencerás".

Na Arquidiocese de São Paulo, exerceu as funções de Vigário Episcopal para a Região Santana, Vigário-Geral, Moderador do Tribunal Eclesiástico de Primeira Instância. Também é Bispo referencial para a Pastoral Familiar, Pastoral do Dízimo e para a Vida Consagrada.

É ainda membro da Comissão para os Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e no Regional Sul 1 da entidade (Estado de São Paulo) é referencial para o Diaconato Permanente.

Desde 23 de maio de 2018, Dom Sergio também exerce o cargo de Administrador Apostólico da Eparquia de Nossa Senhora do Paraíso dos Greco-Melquitas, com sede em São Paulo.

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Papa nomeia cardeal Raymundo enviado para o centenário da coroação de Nossa Senhora de Chiquinquirá

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26 de junho de 2019

O Papa Francisco nomeou o arcebispo emérito de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis, seu Enviado Especial para a celebração dos cem anos da coroação de “Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá”, Padroeira da Colômbia.

A celebração do centenário de coroação se realizará no Santuário Mariano Nacional de Chiquinquirá, em 9 de julho próximo. A notícia foi divulgada, nesta terça-feira (25/06), pela Sala de Imprensa da Santa Sé. A celebração coincide com as comemorações do bicentenário de Independência da Colômbia.

Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá, cuja festa é celebrada no dia 09 de julho, foi proclamada padroeira da Colômbia pelo Papa Pio VII em 1829. Em 1919, foi coroada canonicamente pelo Papa São Pio X. E em 1927, o Santuário foi declarado Basílica pelo Papa Pio XI.

Chinquinquirá é uma pequena cidade situada às margens do rio Suárez, na Colômbia. É também conhecida como capital da província do ocidente e capital religiosa da nação. Seu nome, na língua dos índios Chibcha, significa “povo sacerdotal”.

 

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou uma saudação ao cardeal Raymundo. Eis o texto: 

 

Brasília-DF, 25 de junho de 2019

Estimado irmão, Cardeal Raymundo,

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) alegra-se com a sua designação como Enviado Especial para a celebração do Centenário da Coroação da “Virgem del Rosário de Chinquinquirá”, padroeira da Colômbia, que acontecerá no próximo dia 9 de julho, coincidindo com as comemorações do bicentenário da Independência daquele país.

Saudando-o por esta designação, recordamos as palavras de Pio XII, mais tarde repetidas por são João Paulo II, em junho de 1986: “A Colômbia é um jardim Mariano, em cujos santuários domina, como o sol entre as estrelas, Nossa Senhora de Chiquinquirá”.

Em Cristo,

Dom Walmor Oliveira de Azevedo

Arcebispo de Belo Horizonte (MG)

Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler

Arcebispo de Porto Alegre (RS)

Primeiro Vice-Presidente da CNBB

Dom Mário Antônio da Silva

Bispo de Roraima (RR)

Segundo Vice-Presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado

Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)

Secretário-geral da CNBB

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Papa Francisco nomeia Dom Adair José Guimarães como Bispo da Diocese de Formosa

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27 de fevereiro de 2019

Foi comunicado na manhã desta quarta-feira, 27, pela Nunciatura Apostólica no Brasil, a decisão do Papa Francisco em nomear Dom Adair José Guimarães como Bispo da Diocese de Formosa (GO), Dom Adir, atualmente, estava atuando na sede episcopal de Rubiataba-Mozarlândia, também em Goiás.

Desde 2018, quando então Bispo diocesano, Dom José Ronaldo Ribeiro renunciou ao cargo, a Diocese de Formosa tem como Administrador Apostólico o Arcebispo de Uberaba, Dom Paulo Mendes Peixoto.

Dom Adair nasceu em Mara Rosa (GO), em 1960. Aos 20 anos, ingressou no Seminário de Brasília onde cursou o Ensino Médio e os primeiros anos do curso de Filosofia, que posteriormente foram concluídos em 1982, no Instituto de Filosofia João Paulo II, da Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Estudou Teologia, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Pela Faculdade São Bento do Rio de Janeiro realizou especialização em Direito Canônico Matrimonial.

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Papa Francisco nomeia novo bispo auxiliar para a Arquidiocese de São Paulo

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28 de janeiro de 2019

Nas últimas três décadas, o Monsenhor José Benedito Cardoso, 57, atuou como Pároco da Paróquia São Roque, entre outras funções eclesiásticas desempenhadas na Diocese de Itapetininga (SP). Agora, ele terá uma nova missão: ser Bispo Auxiliar na Arquidiocese de São Paulo, função para a qual foi nomeado pelo Papa Francisco, na manhã da quarta-feira, 23.

“Estou muito feliz com essa missão que foi confiada a mim. É uma novidade. Estou na mesma paróquia há 31 anos, então a reação das pessoas é de surpresa, talvez de tristeza pela saída do padre. É uma situação nova”, afirmou em entrevista à rádio 9 de Julho.

 

ORIGENS E FORMAÇÃO 

Natural de Angatuba (SP), cidade localizada região de Sorocaba, Monsenhor José Benedito Cardoso foi ordenado sacerdote em 1986. Atuou inicialmente nas Paróquias Bom Jesus, em Lambari (SP), e Nossa Senhora dos Prazeres, em Itapetininga, até assumir como Pároco da Paróquia São Roque, em 1988, onde permanece até hoje.

Formado em Filosofia e Teologia, tem mestrado em Direito Canônico pelo Instituto Dr. Pe. Giuseppe Benito Pegoraro (atual Faculdadede Direito Canônico São Paulo Apóstolo), na Capital Paulista. Em Itapetininga, antes da nomeação ao episcopado, desempenhava as funções de Vigário Geral e Presidente do Tribunal Eclesiástico.

 

'UM HOMEM DE BOM SENSO E RESPONSABILIDADE'

A nomeação Monsenhor José Benedito Cardoso é motivo de alegria para a Diocese de Itapetininga, que em 2018 completou 20 anos de existência, conforme manifestou o bispo diocesano Dom Gorgônio Alves da Encarnação Neto.

“Somos muito gratos ao Monsenhor José Benedito Cardoso pelo seu sim e pelo trabalho desempenhado com amor e dedicação à igreja particular de Itapetininga, por longos anos exercendo várias funções e tarefas sempre com disponibilidade, humildade, doação e entrega. Sempre solícito, foi nosso fiel colaborador e verdadeiro braço direito do Bispo, apoiando e assumindo nossas propostas e projetos diocesanos”, escreveu Dom Gorgônio, complementando que o Monsenhor “foi sempre um homem de bom senso e responsabilidade, homem de diálogo, visão aberta, espírito ecumênico, inserido no meio do povo, misericordioso”.

BOAS-VINDAS DO CARDEAL SCHERER

Ainda na quarta-feira, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, emitiu uma carta (leia a íntegra ao lado) em que agradeceu ao Papa Francisco pela nomeação do Monsenhor José Benedito e afirmou que “o episcopado é um chamado a servir a Igreja como ‘pai e pastor’, em nome de Jesus Cristo, Pastor Supremo do rebanho”.

O Arcebispo Metropolitano recordou que a Arquidiocese de São Paulo tem uma história marcada por santos dedicados e missionários, como São José de Anchieta, Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, Santa Paulina e os Beatos Padre Mariano De La Mata e Madre Assunta Marchetti, sendo motivo “de grande honra e uma imensa responsabilidade seguir evangelizando este povo nos passos de tão grandes e dignos predecessores, que agora são nossos intercessores no céu”, afirmou.

“Seja bem-vindo a São Paulo também o senhor! Alegro-me com sua nomeação como Bispo Auxiliar de São Paulo e o acolho de braços abertos nesta imensa e querida Arquidiocese! Aqui estamos celebrando um sínodo arquidiocesano, proposto como ‘caminho de comunhão, conversão e renovação missionária’ para toda a Arquidiocese. Sua ajuda será muito importante para levar a bom termo o caminho sinodal e para implementar, em seguida, as diretrizes sinodais”, escreveu o Cardeal.

 

A SERVIÇO DA ARQUIDIOCESE E DO POVO DE DEUS

Embora tenha cursado Teologia e feito mestrado em Direito Canônico na Capital Paulista, o futuro Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo disse não conhecer a realidade da metrópole, mas garantiu estar disposto aos trabalhos para os quais for chamado a realizar.

“Quero me colocar a serviço da Arquidiocese de São Paulo. Não tenho expectativas no sentido de que eu vou fazer. Quero conhecer um pouco a realidade, conhecer a Arquidiocese, trabalhar em comunhão com Dom Odilo e com os bispos auxiliares, bem como com todo o clero e o povo. Estou disponível para me colocar a serviço de povo de Deus na Arquidiocese de São Paulo”, afirmou na entrevista à rádio da Arquidiocese de São Paulo, mediada por Dom Devair Araújo da Fonseca, Bispo Auxiliar de São Paulo e Vigário Episcopal para a Pastoral da Comunicação, pela radialista Cidinha Fernandes e a jornalista Cleide Barbosa.

A ordenação episcopal do Monsenhor José Benedito Cardoso está marcada para o dia 15 de março, às 19h30, na Catedral Nossa Senhora dos Prazeres, em Itapetininga. Suas atribuições específicas na Arquidiocese de São Paulo ainda serão definidas pelo Cardeal Scherer.

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Senado aprova Kavanaugh para a Suprema Corte

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15 de outubro de 2018

O senado americano aprovou por 50 votos contra 48 o novo membro da Corte Suprema, o juiz Brett Kavanaugh. 

Kavanaugh foi nomeado pelo presidente Donald Trump, que prometeu durante sua campanha escolher juízes conservadores para a Corte Suprema. Nas eleições de 2016, 48% dos eleitores disseram que a indicação dos membros da Corte era um fator primordial na escolha de seus candidatos e 21% disseram que era o fator mais importante de todos. Desses, Trump obteve 57% dos votos, contra 41% de Hillary Clinton, numa eleição cujo resultado total foi apertado. O novo nomeado tem as qualidades que analistas conservadores consideram fazer um bom juiz: a fidelidade à lei e à constituição em seu sentido original, não se deixando influenciar pelas modas e ideologias dominantes no momento.

A filosofia jurídica do novo membro da Corte Suprema pode parecer algo abstrato e sem interesse imediato. No entanto, ela pode ter um impacto decisivo na luta pela vida. Como a Corte está atualmente dividida entre juízes considerados conservadores e juízes progressistas, o novo membro terá o voto de desempate em futuras decisões. Muitos analistas e militantes pró-vida acreditam que Kavanaugh pode, no futuro, reverter a decisão de 1973 no caso Roe versus Wade, que “legalizou” a prática do aborto até o 9º mês de gravidez em todo o território americano. Desde então, mais de 40 milhões de bebês morreram abortados no País. 

O possível (mas ainda incerto) voto de Kavanaugh a favor da vida foi o suficiente para que a esquerda americana mobilizasse todo o seu arsenal contra sua aprovação no Senado. As audiências foram constantemente interrompidas por protestos. Quando a aprovação parecia iminente, três mulheres vieram a público para acusá-lo de agressão sexual nos anos 80, quando Kavanaugh estava no colegial e na faculdade. O FBI analisou as acusações e não encontrou nenhum indício que as justificasse, levando assim alguns senadores reticentes a aprovar a nomeação.

Fontes: ACI/ Life Site News/ Breitbart
 

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Padre Luiz Alves de Lima recebe título de Doutor Honoris Causa

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13 de setembro de 2018

Na noite de 30 de agosto, no Teatro Grande Otelo, no complexo do Liceu Coração de Jesus, em São Paulo, aconteceu a cerimônia de outorga de título de Doutor Honoris Causa, organizado pela Universidade Pontifícia Salesiana de Roma (UPS), com a colaboração do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal).

O homenageado foi o professor da Unisal e especialista em Catequese, Padre Luiz Alves de Lima, salesiano de Dom Bosco, que recebeu o título pelas mãos do Reitor da UPS Padre Mauro Mantovani, que presidiu a cerimônia.

Além do Padre Mauro, participaram da mesa de honra o Reitor do Unisal, Padre Eduardo Capucho; o Decano da Faculdade de Ciências da Educação da UPS, Padre Mario Oscar Llanos; o Diretor da Cátedra de Catequética da UPS, Padre Antonino Romano; o Secretário Geral da UPS, Padre Jaroslav Rochowiak; o Vigário Inspetorial da Inspetoria Salesiana de Nossa Senhora Auxiliadora, Padre Roque Luiz Sibioni; e o homenageado.

Foi registrada a presença também do Arcebispo Emérito de Passo Fundo (RS), Dom Antonio Carlos Altieri; do representante da Sociedade Brasileira de Catequistas, Padre Humberto Robson de Carvalho; do Vigário Episcopal da Região Lapa, Padre Jorge Piorezan, que levou a saudação de Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano; da reitora emérita da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Prof. Dra. Anna Cintra, além de parentes e amigos do Padre Luiz Alves.

Na sequência, Padre Antonino Romano proferiu uma homenagem em nome do Instituto de Catequética da UPS. Em italiano, ele ressaltou a contribuição acadêmica, humanística e pedagógica do Padre Lima no contexto bíblico-catequético, sobretudo sua contribuição para a América Latina, onde foi membro e presidente da Sociedade de Catequistas Latino-Americanos (SCALA), fundador da Sociedade Brasileira de Catequistas (SBCAT), assessor da Conferência do Episcopado Latino Americano e do Caribe (Celam), membro do Grupo de Reflexão Bíblico-catequético da CNBB e redator da Revista de Catequese, publicação salesiana.

Após o recebimento oficial do título de Doutor Honoris Causa, Padre Lima ministrou uma aula magistral. “Ao Deus vivo e Salvador, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, minha eterna ação de graças pela vocação à vida e à fé cristã, à Igreja povo de Deus, ao Batismo pelo qual podemos participar da Santa Eucaristia e ser membros do seu corpo místico, a Igreja. Como o salmista, eu repito: ‘Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome daí a glória’”, disse.

Antes de seguir com o conteúdo bíblico-catequético propriamente dito, ele falou sobre a família. “No meu lar, no coração dos meus pais, de meus irmãos foi onde eu primeiramente bebi das fontes do Evangelho e da Igreja de Cristo Jesus. Durante o meu magistério teológico-catequético, pude falar com entusiasmo do valor da família e da comunidade cristã, sobretudo da educação da fé, na catequese, porque eu mesmo, desde 10 anos, pude fazer essa experiência familiar e comunitária maravilhosa”, afirmou.

 

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